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ACES pede mais segurança no centro comercial

Entidade quer reunir com a SEGUP

Na manhã da última dia 25, a Associação Comercial e Empresarial de Santarém (ACES), através do presidente Alberto Oliveira, reuniu empresários que foram vítimas de assalto ou tiveram seus estabelecimentos arrombados e servidores responsáveis pela segurança pública do município. "Nós estamos ouvindo muitas reclamações de associados que possuem empreendimentos no centro da cidade e foram prejudicados com este tipo de crime. Achamos por bem trazê-los para que pudessem participar desta discussão", explicou Alberto Oliveira.

Além de buscar uma solução emergencial das polícias Civil e Militar, a reunião também teve como objetivo entender de que forma estão ocorrendo estes furtos e roubos.

Segundo uma empresária do segmento de joalheira, o furto em sua loja ocorreu em uma tarde de domingo. "Em plena luz do dia, levaram quase tudo que tinha", relatou emocionada. Tão grande foi o prejuízo, que a empresária precisou fechar a empresa. Já o proprietário de uma loja de copiadoras teve seu estabelecimento arrombado duas vezes, em menos de cinco dias. "Esse prejuízo não foi somente meu. Eu precisei demitir quatro colaboradores. A minha colega teve que fechar sua loja e demitiu oito funcionários, ou seja, são muitas famílias prejudicadas com esses crimes", ressaltou.

Na ocasião, o representante do 3º Batalhão de Polícia Militar (BPM), Capitão Wilton Chaves, explicou que são necessárias, no mínimo, 14 viaturas para atender o município, porém, nove estão em Belém para a troca de motor e apenas dez se encontram em Santarém. Ainda segundo o capitão, a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Estado (SEGUP) deve enviar oito viaturas no início de setembro. Questionado sobre uma maneira de amenizar as ocorrências de arrombamentos e roubos, o capitão divulgou que o policiamento deve melhorar nos finais de semana e no período noturno. "Traremos para o centro mais motos nos finais de semana, de dia e de noite, e durante a semana, pela noite, uma viatura para ficar circulando".

De acordo com o diretor da 16ª Seccional da Polícia Civil, delegado Nelson Silva, a grande maioria dos que cometem este esses furtos qualificados são de outra cidade. "A seccional tem um arquivo com milhares de indivíduos, mas quando o bandido vem de fora, de outra cidade, fica mais difícil identificar" ressaltou. Sobre as exigências da entidade e dos empresários, o delegado garantiu que uma reunião com os órgãos de segurança irá definir as providências para evitar que ocorram mais crimes deste tipo.

Para o presidente da ACES, os encaminhamentos não devem parar por aí. "Nós entraremos em contato com o secretário de Segurança Pública do Estado para buscar uma atenção maior para o nosso município, seja no sentido de enviar mais viaturas ou de dar mais estrutura à nossa polícia", finalizou Alberto Oliveira

Fonte: Ascom ACES

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