ADVOGADO DESMENTE SUPOSTOS CRIMES COMETIDOS PELO VICE PREFEITO DE JACAREACANGA.

Às vésperas de completar uma semana da prisão do vice-prefeito de Jacareacanga, nsudoeste do Pará, Valmar Kaba Munduruku, o advogado que está à frente de sua defesa, Dr. Sermio Vasconcelos, desmentiu os supostos crimes que teriam sido praticados pelo político e, que ganharam repercussão, por meio de reportagem veiculada no Jornal Nacional, da Rede Globo. 

Suspeito de vários crimes, Valmar Kaba Munduruku, acompanhado de advogados, se apresentou no dia 8 de julho último, na sede da Polícia Federal, em Itaituba. 

De acordo com a Polícia Federal, Valmar estava envolvido nos ataques à base operacional da PF em maio deste ano e de incendiar a casa de uma líder indígena em Jacareacanga e, que por isso foi preso como um dos alvos da operação Mundurukânia II.  

Na primeira fase da operação, o político era investigado por envolvimento com garimpos ilegais na região sudoeste do Pará. 

Segundo o advogado Sermio Vasconcelos, o indígena e político está na sede da Fundação Nacional do Índio  (Funai), em Jacareacanga. 

"É importante que fique claro isso, porque houve muitas informações erradas, inclusive, em nível nacional. Ele não atua em garimpo ilegal e não é responsável pelo incêndio na casa de uma liderança indígena", afirmou o advogado. 

De acordo com o advogado, não há sequer uma citação ou acusação ao vice-Prefeito nesses acontecimentos. 

"Ele está sendo acusado de três tipificações do Código Penal, que são 288, 261 e 344, das quais, é atentado contra a segurança do transporte aéreo nacional, coação dos agentes no curso do processo e formação de quadrilha (organização criminosa). Então, são essas acusações que ele está respondendo no processo federal. Que fique claro que o vice-Prefeito não participou de nenhuma manifestação", reiterou o advogado. 

Dr. Sermio Vasconcelos esclarece que não há nenhum envolvimento de Valmar em incitar a população contra a Operação Mundurukânia I e II.  

"Foi levado à grande mídia um áudio de uma conversa privada dele com uma pessoa chamada de "Marrom", mas que ele conhece. Essa pessoa de má intenção ou não, divulgou o áudio em outros grupos. A defesa entende que se trata de uma prova ilegal, por não se tratar de um posicionamento público, mas uma conversa privada", diz o advogado. 

Fonte: Portal Santarém

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