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Itaituba: Agentes de segurança privada vão à Câmara pedir socorro



Hoje, o principal assunto na Câmara Municipal foi a possibilidade do encerramento dos grupos de segurança privada que atuam em Itaituba e outros municípios da região, como é o caso do G Sete e do grupo Falcão.

São cerca de 150 trabalhadores, somente do G Sete, que podem ficar desempregados de uma hora para outra, caso a ameaça se concretize.

O Grupo G Sete, que é o maior, nasceu na cidade de Trairão e expandiu suas atividades para os demais municípios da região Sudoeste do Pará.

Sua sucursal de Itaituba é maior do que a matriz, sendo a que emprega mais pessoas.
Os integrantes do G Sete quase lotaram as galerias para pedir ajuda aos vereadores. Alguns representantes de outro grupo, Falcão, também estiveram presentes.

O motivo da ameaça é uma notificação da Polícia Federal, determinando a paralisação das atividades, em virtude desses grupos não estarem atuando em conformidade com as exigências legais, dentre as quais inclui-se licença da PF para que essa atividade possa ser desenvolvidas. 

Depois que os vereadores Davi Salomão e Peninha se pronunciaram em apoio, cada um fazendo sugestões para tentar resolver o problema, o vereador Wescley Tomaz falou, repassando algumas informações importantes.

Wescley teve uma reunião com os vigilantes há duas semanas, quando o assunto foi exaustivamente discutido, ficando acertado que iriam a Santarém semana passada, para reunir com a direção da PF naquela cidade.

A reunião não aconteceu porque Wescley precisou ir com urgência a Belém para tratar do registro de sua candidatura.

O vereador destacou, que apesar dos seus colegas apresentarem sugestões com a finalidade de resolver a questão junto ao delegado que atua em Itaituba, somente Santarém tem competência para resolver o impasse.

Ontem houve uma reunião de um emissário com o delegado da polícia federal, onde o assunto foi tratado, informou Wescley, que deu boas notícias, a melhor delas, dando conta de que a Polícia Federal concordou com o pedido dos vigilantes, que solicitaram o prazo de seis meses para fazerem as adequações necessárias.

Uma das mudanças urgentes que os grupos de segurança privada terão que fazer é mudar formalmente sua denominação, que atualmente são associações, que não podem ter fins lucrativos.

O vereador Davi Salomão, que é advogado, disse que uma das saídas pode ser transformar as associações em cooperativas, nas quais os lucros podem ser repartidos entre os associados.

O vereador Wescley Tomaz disse que estava de posse de outras informações que não poderia adiantar da tribuna, ficando de repassá-las para os grupos após a sessão.
Uma reunião chegou a ser marcada pela advogada da Câmara com a representação da PF em Itaituba, segunda-feira que vem, mas, depois do que foi dito por Wescley, esse encontro não tem razão para acontecer.

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