SUSPEITA DE INTEGRAR ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA É PRESA EM JACAREACANGA
Nesta
sexta-feira (13/03) no município de Jacareacanga/PA, foi dado cumprimento ao
mandado de prisão preventiva em desfavor da nacional Mivianne Santos Saldanha, conhecida, como “Tiazinha”, segundo informações, exerce a função de “Disciplina”
na facção criminosa Comando Vermelho, com atuação no município de Trairão/PA. A
prisão foi realizada pelos policiais civis da delegacia de trairão e com apoio
dos policiais civis da delegacia de Jacareacanga.
Conforme apurado em investigação policial, a referida nacional vinha, reiteradamente, desempenhando papel relevante na estrutura da organização criminosa, sendo responsável pela distribuição de entorpecentes e armas, bem como por determinar a prática de furtos e aplicar punições internas, inclusive decretando represálias contra indivíduos na região.
Após trabalho investigativo minucioso, que reuniu elementos de autoria e materialidade quanto à sua participação em diversos delitos, foi expedidoem 09 de novembro de 2025, mandado de prisão preventiva em seu desfavor, pelos crimes de associação criminosa, furto qualificado, receptação, dano, corrupção de menores e abandono de incapaz.
Cabe salientar que após seus comparsas terem sido preso, após saber que tinha prisão em aberto, a mesma gravou um vídeo em seus redes sociais afirmando que -ESTAVA NO INTERIOR FORAGIDA QUE NÃO ERA BESTA DE PERDER PARA A CIVIL. Diante disso, no dia 11 de março do corrente ano, foi solicitado apoio da equipe da Polícia Civil de Novo Progresso, visando intensificar as diligências para localização da investigada. Já no dia 12 de março, foi possível identificar com precisão o local onde a mesma encontrava-se homiziada.
Diante da confirmação da localização, a equipe da Polícia Civil da Delegacia de Trairão deslocou-se até o município de Jacareacanga/PA, onde logrou êxito em dar cumprimento ao mandado de prisão preventiva, sendo a nacional devidamente presa e colocada à disposição da Justiça.
Participarãm da ação policial, o Delegado Wellington Lamarão, Investigador David Passinho e Investigador Ramos
com informações da PCPA
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