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Preso em Óbidos acusado de aplicar golpes em 5 Estados brasileiros


Lindberg Silva está preso em Óbidos

A Polícia Civil de Óbidos, oeste do Pará, prendeu em flagrante, no final de semana, o paraibano Lindberg Fernandes da Silva, conhecido pelo apelido de “Cid Moreira”, natural de São Mamede (PB). Ele é apontado como um dos maiores golpistas das regiões norte e nordeste, acusado do crime de estelionato nos Estados do Pará, Paraíba, Bahia, Rio Grande do Norte e Piauí. Com 67 anos de idade e endereço residencial na Rua Diogo Moia, bairro do Umarizal, em Belém, Lindberg foi preso por estelionato por policiais civis comandados pelo delegado Elinelson Silva, no momento em que tentava deixar a cidade de Óbidos. Segundo o delegado, ele teria aplicado golpes em comerciantes da cidade, hospedado-se e se alimentado em um hotel sem pagar a conta. O acusado se apresentava aos comerciantes como representante comercial e empresário do ramo de pneus sob alegação de que estava na cidade para montar uma grande loja. "Ele conseguia enganar os comerciantes e conseguir crédito financeiro junto a eles", apurou o delegado.


Elinelson Silva explica que "Cid Moreira" é conhecido por aplicar golpes em diversos estados da federação. Basta fazer uma pesquisa na internet para visualizar reportagens e fotografias do acusado. Lindberg da Silva, em depoimento, alegou que apenas se hospedou em hotéis na cidade e admitiu não ter pago a conta, mas, ao seu ver, não cometeu crime. Conforme levantamento feito pela Delegacia de Óbidos, ele já aplicou golpes em cidades paraenses, como Salvaterra e Cachoeira do Arari, no Marajó; e em Santarém, oeste do Pará. Nessas cidades, ressalta o delegado, ele teria deixado dívidas em hotéis e prejuízos para comerciantes. Lindberg também é acusado de aplicar os mesmos golpes nos municípios de Itaporanga, na Paraíba; Caicó e Currais Novos, no Rio Grande do Norte; em Casa Nova, na Bahia, e Petrolina, no Piauí. Ele está recolhido na Delegacia de Óbidos enquanto aguarda a remoção para uma das casas penais do Estado.

Fonte: Ascom/Policia Civil

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