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PF desarticula quadrilha que desviou R$ 5 milhões destinados à educação de crianças no Pará

Operação cumpre 21 mandados de busca e apreensão em Itaituba e Jacareacanga. Casa do ex-prefeito e a sede da prefeitura de Jacareacanga são alvos da operação.




A Polícia Federal realiza na manhã desta terça-feira (25) a operação Ábaco, para desarticular uma organização criminosa investigada por desviar recursos públicos federais destinados à educação básica no sudoeste do Pará. Estão sendo cumpridos 21 mandados de busca e apreensão nos municípios de Itaituba e Jacareacanga. A casa do ex-prefeito e a sede da prefeitura de Jacareacanga são alvos da operação.

De acordo com a PF, os suspeitos fraudavam processos licitatórios para desviar recursos. As investigações mostraram que empresas fantasmas ou de pequeno porte foram criadas em nome de laranjas, para participar de licitações realizados pela Prefeitura de Jacareacanga nos anos de 2015 e 2016.



Fraudes podem ter chegado a R$ 5 milhões, segundo a Polícia Federal

Os municípios de Itaituba e Jacareacanga, sudoeste paraense, são alvos de operação da Polícia Federal na manhã desta terça-feira (25). O objetivo é desarticular organização criminosa que atua no desvio de recursos públicos destinados à educação básica. No total, estão sendo cumpridos 21 mandados de busca e apreensão nos municípios. Os alvos da operação são órgão públicos, empresas e residências dos investigados. Os desvios podem ter chegado a R$ 5 milhões.

Segundo a Polícia Federal, as investigações mostraram que empresas fantasmas ou de pequeno porte porte foram criadas em nome de laranjas, para participarem de processos licitatórios realizados pela prefeitura de Jacareacanga. A fraude aconteceu entre os anos de 2015 e 2016. As empresas investigadas concorriam entre si em diversas licitações para dar aparência de legalidade, viabilizando o desvio dos recursos da educação básica.
As investigações continuam, pois há indícios de fraude dessas mesmas empresas em outras prefeituras da região. Os investigados responderão pelos crimes de organização criminosa, fraude à licitação, peculato e falsidade ideológica, com penas que, somadas, poderão chegar a 30 anos de reclusão.

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